Água proteica, um surto coletivo
Descobertas do mês - jan/26 | Moving, Mamba Water, H2Pro, Collagen Drink | Conheça a composição das bebidas que vêm ganhando espaço no Brasil e entenda por que você não precisa delas
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O mercado das chamadas “águas proteicas” é relativamente novo no Brasil, embora já esteja estabelecido em alguns países da Europa e nos EUA. A promessa é atrativa: em vez de beber água sem graça, que tal matar a sede com algo saboroso e “proteico”?
Faz sentido trocar a água por um suplemento? Eu acho que não.
Para os recém-chegados, esta edição mensal é uma curadoria de alimentos industrializados elaborada por mim. É uma das seções mais populares desta newsletter, que deu origem às Descobertas em 2022. A cada mês, apresento recomendações de produtos, esclareço dúvidas e alerto sobre as armadilhas dos rótulos. Muitos deles são sugeridos por vocês, leitores, pelo chat e nos comentários dos posts.
Descrevo as descobertas do mês como uma seleção de exemplos práticos que orientam para escolhas mais inteligentes e independentes no supermercado.
Nem todo alimento industrializado é ruim, nem todo ingrediente que você desconhece é nocivo. Mas é preciso treinar o olhar para fazer as melhores escolhas. O objetivo das Descobertas é facilitar esse processo.
Nesta edição
A seguir, avalio 5 marcas de “águas proteicas”, a partir dos seus ingredientes e perfis nutricionais. Também compartilho minha visão crítica sobre o conceito desses produtos, combinando minha experiência na indústria de alimentos com um olhar de consumidora atenta às tendências do mercado.


